por Wilian Delatorre

Wilian Delatorre Personal Travel,
o seu agente pessoal de passagens com milhas e roteiros.

terça-feira, 21 de março de 2017

Voltando ao Brasil



Antes de partir de Los Angeles, um destino espetacular, onde já estivemos em 3 ocasiões, vamos ouvir este cantor de vocais de grandes astros americanos que levantou o público com sua interpretação.
Los Angeles, Londres, Sydney, Paris, NYC, etc são destinos para muitas viagens e sempre com novas e maravilhosas atrações. Os inconvenientes de Beverly Hills seriam o valor das diárias da rede hoteleira acima da média mundial, mas comparável com NYC, Paris, Londres, etc. e o transito que requer planejamento onde você tem nítido benefício trafegando no contra fluxo. Excluído estes fatos o destino encanta.
Era hora de iniciarmos os preparativos para a partida. Fizemos as malas, checamos o tempo de transfer até LAX pela manhã que seria de 40min. Há anos o aeroporto internacional está em obras no seu entorno. Os terminais vão do 1 ao 7. A entrada única pelo terminal 1 e assim sucessivamente. Acrescente, em média 10 min. no tempo de acessar a posição de check in para cada aumento no número do seu terminal! Isto implica em grande variação no tempo para iniciar sua ida rumo a LAX.
Pegamos a BMW X5 e fomos até a Sixt no aeroporto. Era madrugada e na devolução você deixa a chave no para-brisa do carro e bye, bye.... Ninguém está lá para lhe dar um recibo da entrega, etc. Imaginem se não tivesse exigido que constasse no contrato os danos ao veículo? Ficaria totalmente a mercê do desejo do funcionário da Sixt. Chovia pouco nesse momento e fomos com as malas ao Shuttle da Sixt que nos levaria ao terminal. O motorista, um mexicano, colocou um enorme cartaz em inglês> gorjetas são muito bem-vindas! Confesso que achei constrangedor, mas mesmo assim o remunerei.
Chegamos ao terminal 2 onde partiríamos com um 787-8 da Avianca até Bogotá, em classe executiva, e de lá rumo a São Paulo.
O terminal 2 as 6 am. têm grande movimento. O público do voo chama atenção pela pobreza se comparados a outros voos que fizemos. Como nos latinos somos pobres frente a outros povos!



A saudade começava a bater. Era hora de voltarmos. Fomos ao check in da Avianca. Nesse terminal a Avianca utiliza o Maple Leaf Lounge da Air Canada. Foi com certeza o pior longe que conheci da Air Canada. Mobiliário velho, catering modesto para o nível da Air Canada (sempre muito bom). Fomos ao portão de embarque, num canto bem acanhado onde todos se amontoavam.


Feito o embarque fomos a nossa poltrona. Flat bed! HORROROSA, ridícula. Parece que o 787 não tem minha aprovação em poltronas. O 789 da LATAM e HORROROSO e o da Avianca também. O visual da cabine da executiva está muito modesto, antigo em alguns aspectos.


Mas o pior estava por vir. Veja o foot rest como está apertado! Você não consegue dormir pois seus pês mal cabem no local. Não adianta ser flat bed e o foot rest tão exíguo que seu pé não cabe! Esse mesmo maldito assento eu encontrei no A 340-600 num voo da Iberia. Total engodo! Nada de executiva.
A nécessaire fornecida bem básica, com design da Tumi. Espumante somente após usar pasta dentifrícia no toilete. Nada. O catering do voo foi seguramente dos piores que já tive, comparável aos medíocres da United, American,.....
Conseguiram nos servir de sobremesa um Pudim que tinha gosto de ervilha, ou seja, gosto de nada!
Se você tem expectativas com o 787 da Avianca, esqueça!
Chegamos ao aeroporto Eldorado de Bogotá no início da noite.


Esta foto mostra e precariedade do lounge MUNDIAL da Avianca em Bogotá. Sinceramente, ele disputa com os da United, Gol, .... entre os piores do mundo.
AVIANCA, total decepção!



Saímos do lounge e fomos ao gate para pegar o último voo num A330-200 da Avianca rumo a GRU. Diante mão já sabia que o assento seria o antigo recliner, com aeronave necessitando de retrofit. Em termos de cabine a Avianca está ultrapassada e mesmo os 767 da AIR CANADA retrofitados há 10 anos são muito superiores a todas as cabines de todos os aviões da AVIANCA.
O serviço da Avianca na classe executiva desse voo foi a tão medíocre como no voo anterior. Se aprecia qualidade Avianca está descartada em tudo.
Chegamos a Guarulhos no terminal 2. No início da manhã o terminal estava tranquilo e junto chegou um voo da Delta onde os passageiros foram em massa desviados para uma fiscalização mais detalhada.
No nosso caro duty free comprei somente bebida e fomos ao estacionamento. Parecia que terminava aqui nossa viagem. Ledo engano!
Estava no Brasil já há uns 10 dias quando a Europcar debitou no meu cartão sem minha autorização o equivalente a 80 USD. O debito foi lançado sem uso de senha pessoal! Estornei o valor, mas para isso tive que cancelar o cartão. Isso causou-me inúmeros transtornos, pois fiquei 10 dias uteis sem cartão, até a chegada do novo.
Passaram mais um 15 dias e recebo da Europcar uma correspondência onde informam que uma pistola de laser na ilha norte acusou excesso de velocidade em 5 km/h acima do limite e por isso fui brindado com mais, mais uma multa! e com taxa para o pagamento dessa multa o que totalizava o valor acima.
Fiquei na dúvida se ainda tomaria mais alguma multa na vida! Foram tantas! Eu não acreditava que isso aconteceu! Enfim, vivendo e aprendendo!

Agora, novamente no cotidiano vamos ver para onde iremos, mas Nova Zelândia não entrara nos planos facilmente. Etihad me aguarde!